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O termo backmasking é usado para descrever faixas de músicas que quando tocadas ao contrário revelam supostas mensagens subliminares, será? Uma das mais famosas é “Stairway To Heaven” do Led Zeppelin. O artista holandês Jeroen Offerman resolveu ir fundo nisso e gravou uma versão da canção com ele mesmo cantando(sofrível) e em seguida a mesma ao contrário.Comparem abaixo as duas versões de Offerman e em seguida assistam à matéria do Rock Company com Ismael Carvalho e Gustavo Valladares conversando sobre o assunto.

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As bandas Gnose, de Nova Friburgo e Paperhead, do Rio de Janeiro, se apresentam nesse domingo, 15 de setembro, no Girassol Music Bar em Friburgo.

O Gnose, banda de Classic Rock,  já está na ativa há alguns anos e conta com Jeziel de Oliveira (ex-Taurus) na guitarra, Caru de Souza nos vocais, Vitor Cortines (Fireraiser, Rock N Roll Gang) na bateria e estreando na banda, o baixista Eloísio Michalsky (Jack The Killer).  Além dos clássicos do Rock e as músicas autorais que sempre tocam em suas apresentações, a banda promete algumas surpresas nesse show de estréia da nova formação.

A abertura ficará por conta da banda carioca Paperhead que conta com Gui Batista nos vocais, Chris Peters ( Vegas Paradise) na guitarra, Breno Braga no baixo e Andi Correa na bateria. O Paperhead faz um som influenciado por Alice in chains, Pearl Jam, Pantera, Led Zeppelin, AC/DC, Motorhead, Metallica, Aerosmith, Kiss e Silverchair, e acaba de lançar um EP ” The Highway”, com 3 músicas próprias que pode ser conferido através do Soundcloud.

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                                                                                                           por Adriano Tardin

Confiram o vídeo lyric de “Captive Pistol Bolt”, nova música da banda Carcass, que depois de 17 anos, lança seu novo álbum em 13/09/2013. Para quem se amarra nas letras a lá “Necroticism – Descanting the Insalubrious”de 1991, ficará maravilhado!!! 

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Hoje, 20 de agosto, Mr. Robert Plant faz 65 anos e para comemorar o aniversário dessa lenda viva do Rock, o Video da Semana de hoje é a canção “Spoonful”, do bluesman Howlin’ Wolf, coverizada nos anos 60 pelo Cream.Nesse video, Plant e sua nova banda, batizada de Robert Plant and the Sensational Space Shifters, dão uma nova roupagem ao velho Blues numa versão ao vivo muito interessante gravada durante a recente tour de Plant em 2013. Happy B-Day Robert!

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O Rock Company Websode esteve conferindo a apresentação das bandas VIRGIN KILLER e JACK THE KILLER, esta última fazendo sua estréia.O evento aconteceu em Nova Friburgo, RJ, no Girassol Music Bar e foi um sucesso de público. A banda VIRGIN KILLER, que anteriormente era uma banda tributo ao SCORPIONS, mas que atualmente expandiu seu repertório tocando diversos clássicos do Heavy Metal, abriu o show fazendo um set muito legal com destaque para a cover de “Maniac”, na versão do FIREWIND que agitou bastante a galera presente.

Os guitarristas Leo Darkenheart e o talentoso Leandro Rain, junto com Wayson no baixo e Carlinhos na batera, mandaram riffs matadores numa apresentação muito legal que infelizmente não contou com a presença do vocalista Herbert Salgado que precisou se ausentar devido a compromissos pessoais. Quem assumiu os vocais nessa apresentação foi o vocalista Jansen da banda LIVING STARZ, que apesar de ter tido a difícil tarefa de substituir Herbert quase que ás vésperas do show, mandou muito bem e agradou ao público presente. Aliás nesse show compareceram diversos músicos da cidade, alguns veteranos como o pessoal da banda PÂNTANO e HOLOCAUSTO (Friburgo) e outros mais jovens, integrantes de bandas novas que atuam na região.
Terminado o show do VIRGIN, foi a vez do JACK THE KILLER subir ao palco com seu auto-intitulado “Vintage Metal”. A banda era aguardada ansiosamente porque seria o retorno aos palcos do guitarrista e vocalista Max Klein, ex-integrante da extinta banda friburguense HOLOCAUSTO, que nos anos 80 era a sensação da cidade e possuía uma enorme legião de fãs. O HOLOCAUSTO, que iniciou suas atividades em 1983 era tão popular na cidade que em diversas ocasiões tinham que fazer 2 shows seguidos no mesmo dia, tamanha era a platéia que lotava suas apresentações. Um outro ponto alto era a presença do falecido baixista Márcio Klein, irmão de Max, que desde muito novo já era um virtuoso das 4 cordas e com sua presença de palco e talento acima da média, sempre agradava muito ao público que comparecia aos shows.
Max Klein acompanhado de Zé Renato Daudt na bateria e Eloísio Michalski no baixo, começou a apresentação de estréia do JACK THE KILLER com a clássica “Turn Up The Night” do BLACK SABBATH da fase Ronnie James Dio. E o que se seguiu depois foi uma sucessão de clássicos do Metal muito bem executados por esse power trio de primeira. UFO, KISS, DEEP PURPLE, IRON MAIDEN e diversas outras bandas foram homenageadas na apresentação do JACK THE KILLER e deixou o público empolgadíssimo e querendo mais ao final da apresentação da banda.
Parabéns para as duas bandas, principalmente a Max Klein, músico extremamente talentoso, dono de um vocal poderoso e uma guitarra afiadíssima também. Seja bem vindo de volta à cena de Heavy Metal, Max!
Parabéns também para o produtor e músico Bruno Eller, que ainda fez uma jam com o JACK na música “Breaking The Law” do JUDAS PRIEST, e aos proprietários do Girassol Music Bar, uma das únicas casas de show da cidade a apostar no Heavy Metal feito por aqui em Nova Friburgo.
Abaixo alguns momentos do Killer’s Night, que foi batizado assim devido às 2 bandas terem a palavra “killer” nos seus nomes, uma ótima sacada. O show também foi gravado para exibição no programa de esportes “MOVE” que vai ao ar pela TV Zoom, canal à cabo da cidade, cujo produtor e diretor é o músico Marcos Paulo, atual baixista da banda de Blues e Classic Rock, ISMAEL CARVALHO BAND.
Outras apresentações no Girassol Music Bar acontecerão nas datas abaixo, quem estiver em Friburgo, não deixe de conferir:

– Domingo 15 de Agosto – O VAZIO e ROCK’N ROLL GANG
– Domingo 14 de setembro – GNOSE e PRIMÍCIA
Domingo 20 de outubro – ISMAEL CARVALHO BAND e TERCEIRO LADO

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Fotos do Canal MOVE http://www.movecanal.com.br

                                                                                                            por Gustavo Valladares

“(…) empresário de 59 anos, dono de uma loja de ferramentas na Rua Visconde de Sepetiba, em Niterói, foi assassinado no início da noite desta segunda-feira, na porta de sua loja. Testemunhas afirmam que o proprietário reagiu à ação de três assaltantes (…)”

A notícia, que foi ao ar esta semana, poderia parecer prosaica, banal, comum, como milhares de outras que são publicadas diariamente nas editorias policiais de todos os jornais e demais veículos de notícias do gênero, mundo afora, não fosse por um detalhe crucial: o nome do proprietário da loja, Alex Mariano.

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Alex Mariano, para quem ainda não ligou o nome à pessoa, foi simplesmente o principal programador da lendária Rádio Fluminense FM, durante os seus anos de ouro no dial, a década de 80.

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O apelido “Maldita”, de cunho carinhoso, marcou a trajetória da Flu FM, que é sempre lembrada, até hoje, como a maior rádio brasileira segmentada no Rock’n’Roll de todos os tempos. Não se tratava, no entanto, de aplicar-se a denotação habitual do termo, em referência a algum tipo de marginalização gerada por conta de alguma espécie de castigo, imposto por razões religiosas ou sobrenaturais, enfim, ou algo que o valha. Na verdade, o sentido era o de homenagear, de certa maneira, artistas que sofriam algum preconceito, que eram rechaçados por parte da sociedade, digamos assim, ali representada pela mídia, pela própria indústria musical.

Artistas “malditos”, que não recebiam qualquer tipo de reconhecimento. Músicos que, em alguns casos, sequer conseguiam ter sua obra exposta. Condenados à “maldição” aparentemente eterna das portas fechadas. Porém, com a chegada da Fluminense FM, não mais.

A rádio abriu suas portas para todo tipo de artista, todo tipo de banda, sem qualquer tipo de preconceito. E, principalmente, sem a prática do famigerado jabaculê, a execrável troca escusa do “pagou, tocou”. Bandas antigas, bandas novas, Classic Rock, Heavy Metal, Punk, Progressivo, Blues/Rock, Jazz/Rock, Indie Rock, Rock de Garagem, Hard Rock, entrevistas, programas inesquecíveis em sua grade, rock internacional em geral, e um capítulo à parte, claro, o Rock Nacional, que era um dos xodós de Alex Mariano.

A programação da rádio era montada de maneira a dar constante destaque ao Rock produzido por aqui e, na época, pode-se afirmar, sem medo de errar, que a emissora acabou sendo fundamental para o surgimento e o desenvolvimento de centenas de bandas nacionais. A Flu FM de Alex Mariano era a voz principal da então nova geração emergente Rock BR: Paralamas, Barão, Legião, Titãs.

Com o passar dos anos, Alex Mariano acabou afastando-se da rádio, mudando seu ramo de atividade, não deixando, no entanto, pelo que se sabe, de permanecer com os olhos e ouvidos abertos a tudo o que acontecia no mundo do Rock, a sua grande paixão.

A violência que acabou vitimando o empresário não é, infelizmente, nenhuma novidade. E é das que que chocam, até, pela banalidade: resultado de uma mera disputa de território, como se diz, por bandos de diferentes facções, ligados ao tráfico de drogas, na região de Niterói e São Gonçalo. “Bichos escrotos, que saem dos esgotos”, diriam os Titãs.

Bichos… malditos. Mas considerados como tal, é claro, na acepção da palavra. E sem aspas, por favor.

Alex Mariano deixa viúva, três filhos, e uma legião de admiradores.

Staff da Flu FM, em 1982: Alex Mariano é o único que usa óculos. Ele está na segunda fila, de baixo para cima, ao lado das locutoras Selma Boiron e Liliane Yusim

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Abaixo pode ser assistido uma entrevista da TV Brasil com Luiz Ântonio Mello, idealizador da MALDITA, a respeito de seu livro contando a história da rádio,

                                                                                                                             por Ismael Carvalho

Hoje, dia 6 de agosto de 2013, completa-se um ano de falecimento do grande guitarrista, vocalista e compositor Celso Blues Boy. Um grande músico, pioneiro na introdução da guitarra Blues/Rock no país e uma grande influência para praticamente todos os guitarristas do estilo por aqui. Seu legado ficará para sempre com suas imortais canções como “Fumando na Escuridão”, “Tempos Difíceis”, “Brilho da Noite”, “Aumenta Que Isso Aí É Rock`n Roll”, “Sempre Brilhará”  e tantas outras. Hoje, portanto, é um dia de celebração. Vamos celebrar a vida desse grande músico através dessas memoráveis canções que ele nos deixou.

Fica aqui a minha homenagem ao Celso, com quem tive a alegria e o prazer de dividir o palco algumas vezes e a homenagem de toda a equipe do Rock Company Websode, todos também fanzaços  do mestre Blues Boy.

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Carlos Mafort é o entrevistado dessa semana no ROCK COMPANY WEBSODE.O fotógrafo friburguense conta como iniciou sua carreira e sua paixão pelo Rock num papo com o VJ Gustavo Valladares.

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                                                                                                                        por Gustavo Zebs

Para quem é de Nova Friburgo, e tem assim como eu, por volta de 40 anos de idade e já fazia um som com os amigos desde moleque, vai lembrar e reviver com muita saudade o que vou relatar aqui, pois para mim, é um dos momentos de minha juventude que mais tenho saudade: as nossas bandas de garagem!
    Do ano de 1985 até o final da década de 90, muitos de nós, através dos recreios de colégio, proximidade de vizinhança, festivais de música ou sendo apresentados por amigos, começamos aos poucos a nos movimentar e juntar músicos que tivessem o mesmo gosto musical e que tinham a mesma vontade de estar aos sábados e domingos enfurnados dentro de garagens, quartos ou onde quer que fosse, fazendo um som, tirando músicas, batendo papo, tomando uma cerveja e combinando o que se faria à noite.
    Nesse período, as casas de shows dificilmente convidavam as bandas para se apresentar, pois os DJs já tomavam conta dos espaços. Felizmente naquela época, as festas de igreja ou pequenas festas particulares abriam seus espaços para todo estilo musical, e lá íamos nós, com aquele equipamento que sempre deixava a desejar, realizar nosso tão sonhado show!
    Muitos dos amigos que tenho atualmente são músicos. Sempre nos encontrávamos para trocar idéias de possíveis shows, ensaios, aparelhagens, discos, viagens, etc. Muitos de nós ainda temos a velha chama de ter uma banda, ensaiar e fazer uma apresentação nas horas vagas. Alguns sortudos o fazem como profissão, sendo instrumentistas, compositores, produtores, professores, etc.
    Algumas bandas dessa época eu me lembro: Carícia Cruel, Asa de Luz, Maníacos de Gotham, Biotipo, Censura Livre, Backdoor, Renato Nara e Gangsters, Confidence, Mistura Fatal, AI-5, Watanuza, S.T.I., Caligrafia Selvagem, Foxy, L 57, Edu Quintanilha e Banda, Creuzebeck Band-Aid, Nêmesis, Esquadrilha da Fumaça e muitas outras. Tínhamos muitas diferenças nos gostos musicais, mas uma grande amizade, produzindo shows em conjunto onde dividíamos equipamentos, os pequenos lucros, e em muitas vezes os prejuízos, mas os “15 minutos de fama” , as estórias que ficavam e as risadas, eram a recompensa para tanto esforço.
    É muito bom quando agora nos esbarramos pelas ruas de Friburgo e recordamos as estórias engraçadas que vivemos. Melhor ainda quando temos a sorte de poder estar convidando os mesmos amigos para a próxima apresentação do projeto musical ao qual estamos atualmente envolvidos. Mas a pergunta, agora é outra: “E você? Está tocando com quem agora?”.
Porque nosso show… não pode parar!

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O Video da Semana dessa terça feira é o clip de “Have a Good Time” da banda KING KOBRA, liderada pelo lendário baterista Carmine Appice ( BBA, Cactus, Ozzy, Rod Stewart). O KING KOBRA fez sucesso nos anos 80 com a faixa “Iron Eagle ( Never Say die)” presente na trilha sonora do filme de 1986, Iron Eagle, e após algum tempo encerrou atividades. O retorno, com a formação original e a adição do novo vocalista Paul Shortino (Rough Cutt, Quiet Riot),  ocorreu em 2011 pelo selo  Frontiers Records com o lançamento do álbum “King Kobra”. Agora em 2013 lançam seu novo cd intitulado “II”.

“Nós decidimos batizar o álbum de ‘II’ porque além de ser nosso segundo cd com a  Frontiers Records também é o segundo registro com a nova formação da banda com Paul Shortino como vocalista,” diz o guitarrista David Michael-Philips. “O estilo único de cantar de Paul deu à banda um novo direcionamento em contrapartida ao que éramos nos anos 80 com o vocalista original  Mark/Marcie Free. Eu acho que esse ‘re-boot’  no KING KOBRA deu à Paul o crédito que ele merece, além de prestar homenagem também ao nosso som e ao nosso vocalista  original.”

Os vocais cheios de feeling de Paul Shortino, a dupla de guitarristas Mick Sweda e David Michael-Philips, e os poderosos baixo e bateria de Johnny Rod e Carmine Appice contribuíram para um álbum que, além de manter a o som tradicional da banda nos 2 primeiros álbuns dos anos 80,  trouxe também uma modernidade ao estilo Hard Rock do grupo.

Segundo Carmine Appice ” O KING KOBRA era uma banda dos anos 80 com grandes músicos … e sempre tivemos raízes nos anos 70 também… Nós tentamos combinar os estilos das 2 décadas, o que acho que conseguimos demonstrar bem nesse novo álbum.”

O video para “Have a Good Time” traz uma aparição no comecinho do guitarrista Zakk Wylde.

Relação de faixas de “II” :

01. Hell On Wheels
02. Knock ‘Em Dead
03. Have A Good Time
04. The Ballad Of Johnny Rod
05. Take Me Back
06. When The Hammer Comes Down
07. Running Wild
08. The Crunch
09. Got It Comin’
10. Deep River
11. Don’t Keep Me Waiting
12. We Go Round

KING KOBRA :

Paul Shortino – Vocais
David Michael-Philips – Guitarra
Mick Sweda – Guitarra
Johnny Rod – Baixo
Carmine Appice – Bateria

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