Arquivo da categoria ‘Rock Nacional’

As bandas Terceiro Lado e Ismael Carvalho & Friends se apresentaram no último domingo, 20 de outubro, no Girassol Music Bar em Nova Friburgo, RJ, no evento Classic Rock Guitar Night, produzido pelo músico Bruno Eller, guitarrista da banda de Thrash, Dominattion. O evento começou por volta de 19h com abertura do Terceiro Lado, banda de Hard Rock da cidade de Niterói, RJ, que mesclou músicas autorais com covers de Dokken, Kiss, Lynch mob, Van Halen e Ozzy Osbourne agradando bastante ao público presente. Após um breve intervalo, foi a vez do guitarrista Ismael Carvalho subir ao palco. Conhecido do público pelo seu trabalho de Blues que desenvolve desde 1998, dessa vez Ismael reuniu um grupo de amigos e fez um set calcado no Classic Rock. Acompanhado inicialmente pou um trio com Eloisio Michalski no baixo e Yann Stanizio na batera, a primeira parte do show do guitarrista foi com músicas de Jimi Hendrix. Em seguida subiu ao palco o veterano vocalista Max Klein e a partir daí rolou Whitesnake, Black Sabbath, Deep Purple, Kiss e uma versão de “Crazy Train” de Ozzy Osbourne, que contou com Nicolas Carvalho, guitarrista de 17 anos, filho de Ismael, assumindo a guitarra e fazendo sua estréia pela primeira vez num palco.

Outros convidados vieram, como a vocalista Caru de Souza, da banda Gnose, o guitarrista Jeziel de Oliveira, também do Gnose e ex-integrante da banda carioca de thrash Taurus, Marcos Paulo Jr., baixista da banda de Blues de Ismael Carvalho e no final uma jam de “Purple Haze” com Bruno Eller.

Abaixo podem ser conferidos videos do Terceiro Lado tocando “Kiss Of Death” e “Creatures Of The NIght” e alguns highlights da apresentação de Ismael Carvalho & Friends, agradecimentos especiais à Patricia Fagundes do Rock Company TV pelas imagens..

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                                                                                                                                                                          por Gustavo Valladares

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Em meio às comemorações de mais um Dia da Independência, o power trio carioca Possessonica promoveu o lançamento, em pleno sete de setembro de 2013, através do YouTube, do clipe de “A Forra”, uma faixa inteiramente inédita, e dedicada a um personagem de história em quadrinhos que tem dado o que falar, nos últimos tempos: O Doutrinador, de autoria do quadrinista e designer Luciano Cunha, do Rio de Janeiro.
Ter sido o criador do único personagem de quadrinhos que ganhou uma música própria, cantada em português, por uma banda brasileira, é motivo de muito orgulho para Luciano, com quem tivemos recentemente a oportunidade de trocar algumas palavras: “É realmente um orgulho muito grande, principalmente porque a Possessonica é uma grande banda de metal nacional, que consegue compor em nosso idioma, e sempre com uma qualidade que considero absurda.  Obviamente, não faria nenhum sentido uma letra de música em inglês, por exemplo, para um personagem tão genuinamente brasileiro quando O Doutrinador”.
Um Stoner Rock poderoso, cantado em português, é mesmo a marca registrada da Possessonica, que surgiu no cenário de Rock’n’Roll do Brasil no ano 2000.

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“Conheço o trabalho do Bebeto já há muito tempo, sempre o admirei”, complementa Luciano.  “Na minha opinião ele é o melhor guitarrista de Rock pesado do Rio de Janeiro, não só por ser talentoso, mas principalmente por ser um músico extremamente versátil.  E pouca gente sabe, mas ele também desenha, e é um bom designer”.
“Quando voltei a produzir O Doutrinador, há alguns meses, e iniciei as postagens nas redes sociais, o Bebeto, que eu já conhecia de longa data, acompanhava todo o trabalho, e passou a curtir muito o personagem.  Por isso, por conta de nossas afinidades, tanto na área musical (já que também sou fã de Rock e Heavy Metal) quanto na de designer,  sempre trocamos muitas ideias.  Até que, num belo dia, surgiu o papo de fazermos uma música para o personagem, e daí então foi um pulo: ele já tinha o riff, e uma letra que estava praticamente pronta, fizemos algumas poucas alterações e… pronto, ‘A Forra’ havia nascido”.

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O PERSONAGEM CERTO, NA HORA CERTA

Sensação nas redes sociais da internet nesses tempos de protestos populares, espalhados pelas ruas de todo o Brasil, O Doutrinador, na verdade, permaneceu engavetado por longos cinco anos, conforme nos relata Luciano: “Eu já tinha um projeto para uma graphic novel envolvendo o personagem, e cheguei a enviar os originais para algumas editoras brasileiras, que produzem quadrinhos.  Recebia como resposta, invariavelmente, que haviam gostado do material, mas que os seus departamentos jurídicos, digamos assim, não ‘aconselhariam’ a publicação. O Doutrinador é um justiceiro, um tipo de anti-herói, com a missão de aniquilar tanto corruptos quanto corruptores, e claro que o medo de sofrerem processos, ou algo assim, ocorria por conta do teor político muito forte, que está sempre presente na trama”.

E foi assim, engavetado e esquecido, que o personagem permaneceu, até que o autor resolvesse, alguns meses atrás, publicar algumas poucas páginas, em seu perfil no Facebook, inicialmente sem qualquer pretensão maior.  Com a explosão das manifestações, no entanto, que tiveram o seu auge durante a disputa da Copa das Confederações, no mês de junho passado, tendo como sedes várias capitais espalhadas pelo território nacional, O Doutrinador foi colecionando, a cada postagem feita por Luciano na página do personagem no Facebook, milhares de curtidas e de compartilhamentos, e instantaneamente transformou-se numa espécie de ícone popular.  Hoje, já possui perto de 30.000 seguidores, e o número segue subindo a cada dia, a cada clique.

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O Doutrinador tem como marca registrada uma máscara de gás de fabricação russa, dos anos 60.  A aparência assustadora ganha ainda mais relevo em razão de um capuz escuro, junto a calças na cor vermelha e botinas de estilo militar.  Complementando o visual com toque de mestre, o personagem usa sempre, também, uma camiseta preta, com um desenho clássico do Motörhead.  A escolha da banda de Lemmy Kilmister não é mera coincidência: não bastasse ser o Motörhead “uma das minhas bandas favoritas de todos os tempos”, conforme nos assegura Luciano, na verdade sua ligação com o Rock inclui, ainda, ter sido o proprietário de uma grife de camisetas, que hoje já não existe, a lendária Rockalize T-Shirts.

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Com todo esse sucesso, O Doutrinador brevemente irá ganhar uma edição impressa de suas aventuras, editada pela CAPA Comics, além de tornar-se uma Websérie, como nos confirma Luciano: “Vai ter muita ação e, podem apostar, muito peso na trilha sonora, que será toda composta por Bebeto DarOZ e a banda Possessonica”. Abaixo assista o video de “A Forra” com o Possessonica, assinado por  Flip MRA, diretor pernambucano radicado no Rio de Janeiro.

As bandas Gnose, de Nova Friburgo e Paperhead, do Rio de Janeiro, se apresentam nesse domingo, 15 de setembro, no Girassol Music Bar em Friburgo.

O Gnose, banda de Classic Rock,  já está na ativa há alguns anos e conta com Jeziel de Oliveira (ex-Taurus) na guitarra, Caru de Souza nos vocais, Vitor Cortines (Fireraiser, Rock N Roll Gang) na bateria e estreando na banda, o baixista Eloísio Michalsky (Jack The Killer).  Além dos clássicos do Rock e as músicas autorais que sempre tocam em suas apresentações, a banda promete algumas surpresas nesse show de estréia da nova formação.

A abertura ficará por conta da banda carioca Paperhead que conta com Gui Batista nos vocais, Chris Peters ( Vegas Paradise) na guitarra, Breno Braga no baixo e Andi Correa na bateria. O Paperhead faz um som influenciado por Alice in chains, Pearl Jam, Pantera, Led Zeppelin, AC/DC, Motorhead, Metallica, Aerosmith, Kiss e Silverchair, e acaba de lançar um EP ” The Highway”, com 3 músicas próprias que pode ser conferido através do Soundcloud.

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O Video da Semana dessa terça traz a banda catarinense Symbolica com a canção “Awake The Wrath Of Angels”. A banda conta com os guitarristas Diego Bittencourt e Zeka Jr, membros da extinta Enforcer, o vocalista Gus Monsanto (ex-Adagio e Revolution Renaissance), o baterista Marcelo Moreira (Almah e Burning Hell) e o baixista Lucas Pavei. O clipe foi dirigido por Jeff Dutra e Hortencia Medeiros, produzido pela Soul Produtora e teve como diretor de screenplay o próprio guitarrista da banda, Zeka Jr.  

O vocalista Gus Monsanto comentou ontem em sua página no facebook:

– “9/9. Eis o clip novo do Symbolica, conforme o prometido. Feliz com o resultado final do trabalho . Ninguém tem noção da real dificuldade em concretizar, materializar, este projeto… Um dia a gente conta as histórias todas… Daria o mais louco making of da história! Papo pra outra hora!!! Tudo pra dar errado… Mas, acaba dando certo no final. Eventualmente…
Sim, o canyon existe. Não, não é chroma key.
E sempre que você olhar no fundo do poço, existe uma solução, por mais improvável que ela pareça. Sejam felizes. Vivam de verdade!
Curtam o clip. Symbolica, com “Awake the wrath of Angels”
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O Rock Company Websode esteve conferindo a apresentação das bandas VIRGIN KILLER e JACK THE KILLER, esta última fazendo sua estréia.O evento aconteceu em Nova Friburgo, RJ, no Girassol Music Bar e foi um sucesso de público. A banda VIRGIN KILLER, que anteriormente era uma banda tributo ao SCORPIONS, mas que atualmente expandiu seu repertório tocando diversos clássicos do Heavy Metal, abriu o show fazendo um set muito legal com destaque para a cover de “Maniac”, na versão do FIREWIND que agitou bastante a galera presente.

Os guitarristas Leo Darkenheart e o talentoso Leandro Rain, junto com Wayson no baixo e Carlinhos na batera, mandaram riffs matadores numa apresentação muito legal que infelizmente não contou com a presença do vocalista Herbert Salgado que precisou se ausentar devido a compromissos pessoais. Quem assumiu os vocais nessa apresentação foi o vocalista Jansen da banda LIVING STARZ, que apesar de ter tido a difícil tarefa de substituir Herbert quase que ás vésperas do show, mandou muito bem e agradou ao público presente. Aliás nesse show compareceram diversos músicos da cidade, alguns veteranos como o pessoal da banda PÂNTANO e HOLOCAUSTO (Friburgo) e outros mais jovens, integrantes de bandas novas que atuam na região.
Terminado o show do VIRGIN, foi a vez do JACK THE KILLER subir ao palco com seu auto-intitulado “Vintage Metal”. A banda era aguardada ansiosamente porque seria o retorno aos palcos do guitarrista e vocalista Max Klein, ex-integrante da extinta banda friburguense HOLOCAUSTO, que nos anos 80 era a sensação da cidade e possuía uma enorme legião de fãs. O HOLOCAUSTO, que iniciou suas atividades em 1983 era tão popular na cidade que em diversas ocasiões tinham que fazer 2 shows seguidos no mesmo dia, tamanha era a platéia que lotava suas apresentações. Um outro ponto alto era a presença do falecido baixista Márcio Klein, irmão de Max, que desde muito novo já era um virtuoso das 4 cordas e com sua presença de palco e talento acima da média, sempre agradava muito ao público que comparecia aos shows.
Max Klein acompanhado de Zé Renato Daudt na bateria e Eloísio Michalski no baixo, começou a apresentação de estréia do JACK THE KILLER com a clássica “Turn Up The Night” do BLACK SABBATH da fase Ronnie James Dio. E o que se seguiu depois foi uma sucessão de clássicos do Metal muito bem executados por esse power trio de primeira. UFO, KISS, DEEP PURPLE, IRON MAIDEN e diversas outras bandas foram homenageadas na apresentação do JACK THE KILLER e deixou o público empolgadíssimo e querendo mais ao final da apresentação da banda.
Parabéns para as duas bandas, principalmente a Max Klein, músico extremamente talentoso, dono de um vocal poderoso e uma guitarra afiadíssima também. Seja bem vindo de volta à cena de Heavy Metal, Max!
Parabéns também para o produtor e músico Bruno Eller, que ainda fez uma jam com o JACK na música “Breaking The Law” do JUDAS PRIEST, e aos proprietários do Girassol Music Bar, uma das únicas casas de show da cidade a apostar no Heavy Metal feito por aqui em Nova Friburgo.
Abaixo alguns momentos do Killer’s Night, que foi batizado assim devido às 2 bandas terem a palavra “killer” nos seus nomes, uma ótima sacada. O show também foi gravado para exibição no programa de esportes “MOVE” que vai ao ar pela TV Zoom, canal à cabo da cidade, cujo produtor e diretor é o músico Marcos Paulo, atual baixista da banda de Blues e Classic Rock, ISMAEL CARVALHO BAND.
Outras apresentações no Girassol Music Bar acontecerão nas datas abaixo, quem estiver em Friburgo, não deixe de conferir:

– Domingo 15 de Agosto – O VAZIO e ROCK’N ROLL GANG
– Domingo 14 de setembro – GNOSE e PRIMÍCIA
Domingo 20 de outubro – ISMAEL CARVALHO BAND e TERCEIRO LADO

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Fotos do Canal MOVE http://www.movecanal.com.br

É com pesar que noticiamos aqui a notícia do falecimento de Cornelius Lúcifer, ex-vocal da banda MADE IN BRAZIL nos anos 70, tendo inclusive participado do primeiro álbum da banda de 1974.

O texto abaixo foi publicado no facebook da banda:

“Faleceu dia 18 de julho em São Paulo o grande vocalista Cornélio de Aguiar Neto ou Cornélius Lúcifer (65 anos) de problemas respiratórios. Cornélius estava acertando sua participação nos shows comemorativos de 40 anos de lançamento do primeiro álbum do Made in Brazil… Descanse em paz, nossos pêsames aos familiares, fãs e amigos. O cara era um tremendo vocalista! Se Cornélius Lúcifer fosse um vocalista de alguma banda americana ou inglesa, com o que cantou no nosso primeiro disco, com as performances inesquecíveis que teve nos palcos com o Made, certamente sua morte seria divulgada em todos os jornais, TVs e veículos de comunicação do mundo, mas como é no Brasil, como ele não ficou rico cantando, como ele não cantava música sertaneja, nem pagode, nem o raio que parta, ninguém ficou sabendo – TÔ MUITO TRISTE E REVOLTADO!!! Que lástima! O Brasil hoje ficou muito mais pobre de vocalista, de cantor de verdade!!!!”

Abaixo podem ser assistidos alguns videos de Cornélius com o MADE, e para quem quiser saber mais sobre a trajetória desse grande músico que nos deixou, acessem o site de Ântonio Celso Barbieri, dedicado ao Rock Nacional:
http://www.celsobarbieri.co.uk/index.php?option=com_content&view=article&id=554%3Amade-in-brazil-falece-conelius-lucifer-o-vocalista-que-participou-do-primeiro-album-lancado-em-1974&catid=21%3Amusica-brasileira&Itemid=66

Barbieri escreveu um belíssimo texto sobre Cornelius que deve ser conferido!

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                                                                                                            por Gustavo Valladares

“(…) empresário de 59 anos, dono de uma loja de ferramentas na Rua Visconde de Sepetiba, em Niterói, foi assassinado no início da noite desta segunda-feira, na porta de sua loja. Testemunhas afirmam que o proprietário reagiu à ação de três assaltantes (…)”

A notícia, que foi ao ar esta semana, poderia parecer prosaica, banal, comum, como milhares de outras que são publicadas diariamente nas editorias policiais de todos os jornais e demais veículos de notícias do gênero, mundo afora, não fosse por um detalhe crucial: o nome do proprietário da loja, Alex Mariano.

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Alex Mariano, para quem ainda não ligou o nome à pessoa, foi simplesmente o principal programador da lendária Rádio Fluminense FM, durante os seus anos de ouro no dial, a década de 80.

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O apelido “Maldita”, de cunho carinhoso, marcou a trajetória da Flu FM, que é sempre lembrada, até hoje, como a maior rádio brasileira segmentada no Rock’n’Roll de todos os tempos. Não se tratava, no entanto, de aplicar-se a denotação habitual do termo, em referência a algum tipo de marginalização gerada por conta de alguma espécie de castigo, imposto por razões religiosas ou sobrenaturais, enfim, ou algo que o valha. Na verdade, o sentido era o de homenagear, de certa maneira, artistas que sofriam algum preconceito, que eram rechaçados por parte da sociedade, digamos assim, ali representada pela mídia, pela própria indústria musical.

Artistas “malditos”, que não recebiam qualquer tipo de reconhecimento. Músicos que, em alguns casos, sequer conseguiam ter sua obra exposta. Condenados à “maldição” aparentemente eterna das portas fechadas. Porém, com a chegada da Fluminense FM, não mais.

A rádio abriu suas portas para todo tipo de artista, todo tipo de banda, sem qualquer tipo de preconceito. E, principalmente, sem a prática do famigerado jabaculê, a execrável troca escusa do “pagou, tocou”. Bandas antigas, bandas novas, Classic Rock, Heavy Metal, Punk, Progressivo, Blues/Rock, Jazz/Rock, Indie Rock, Rock de Garagem, Hard Rock, entrevistas, programas inesquecíveis em sua grade, rock internacional em geral, e um capítulo à parte, claro, o Rock Nacional, que era um dos xodós de Alex Mariano.

A programação da rádio era montada de maneira a dar constante destaque ao Rock produzido por aqui e, na época, pode-se afirmar, sem medo de errar, que a emissora acabou sendo fundamental para o surgimento e o desenvolvimento de centenas de bandas nacionais. A Flu FM de Alex Mariano era a voz principal da então nova geração emergente Rock BR: Paralamas, Barão, Legião, Titãs.

Com o passar dos anos, Alex Mariano acabou afastando-se da rádio, mudando seu ramo de atividade, não deixando, no entanto, pelo que se sabe, de permanecer com os olhos e ouvidos abertos a tudo o que acontecia no mundo do Rock, a sua grande paixão.

A violência que acabou vitimando o empresário não é, infelizmente, nenhuma novidade. E é das que que chocam, até, pela banalidade: resultado de uma mera disputa de território, como se diz, por bandos de diferentes facções, ligados ao tráfico de drogas, na região de Niterói e São Gonçalo. “Bichos escrotos, que saem dos esgotos”, diriam os Titãs.

Bichos… malditos. Mas considerados como tal, é claro, na acepção da palavra. E sem aspas, por favor.

Alex Mariano deixa viúva, três filhos, e uma legião de admiradores.

Staff da Flu FM, em 1982: Alex Mariano é o único que usa óculos. Ele está na segunda fila, de baixo para cima, ao lado das locutoras Selma Boiron e Liliane Yusim

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Abaixo pode ser assistido uma entrevista da TV Brasil com Luiz Ântonio Mello, idealizador da MALDITA, a respeito de seu livro contando a história da rádio,